Indalício Mendes

No dia 13 de maio de 1987 desencarnou no Rio de Janeiro, na Casa de Saúde Santa Lúcia, no Humaitá, o confrade Indalício Hildegárdio Mendes. Ao seu sepultamento, ocorrido às 16 horas do mesmo dia no Cemitério de São João Batista, em Botafogo, compareceu a Federação Espírita Brasileira, representada pelo seu Secretário-Geral, Alberto Nogueira da Gama, acompanhado pelos confrades Agadyr Teixeira Torres e Lauro de Oliveira S. Thiago. O Presidente Francisco Thiesen, achando-se em Brasília no exercício de suas funções, diante da impossibilidade de chegar a tempo de comparecer ao sepultamento do seu ex- companheiro de Diretoria, solicitou ao confrade Gama que, representou a FEB. Este confrade, por isso, antes da saída do féretro do local onde fora velado o corpo do companheiro, pronunciou comovidas palavras de enaltecimento ao seu caráter e de justo reconhecimento a quem tanto se dedicara à Casa de Ismael, em nome desta e de seu Presidente. O companheiro que assim encerrou suas lides planetárias na recente existência foi lídimo trabalhador espírita, grande colaborador da FEB e membro do seu Conselho Superior e também, durante muito tempo, desde 1943, Secretário de “Reformador, nesse cargo empossado juntamente com Antônio Wantuil de Freitas no de Presidente da Federação. A 16 de agosto de 1975, ao ser Francisco Thiesen eleito Presidente da Casa de Ismael, lndalício Mendes o foi também como seu Vice- Presidente, cargo que ocupou durante 3 anos, até 19 de agosto de 1978, quando, em virtude de sua avançada idade e das enfermidades que, então, já muito lhe dificultavam o exercício de suas funções, o deixou, substituído por Juvanir Borges de Souza. “Reformador” faz aqui o registro de sua desencarnação, reservou- se para em um dos próximos números dar notícia mais extensa e detalhada sobre a personalidade e a vida de tão nobre cultor da Doutrina Espírita: Renovando as preces já dirigidas a Deus em intenção da paz de sua alma na Pátria Espiritual onde reingressou, transmite sentimentos de solidariedade cristã a todos os membros de sua família. (Fonte: Reformador, 1988.)